O tempo corre devagar e as feridas teimam em sarar. Eu quero enterrar-te mas tu renasces a cada segundo da minha caminhada. Pode ser que um dia te canses de ser eterna e eu faça um pacto com o esquecimento, de maneira a que os nossos bons momentos morram contigo.

2 comentários:
Adorei o texto. Há coisas que nunca se enterram, ficam é com uma grande camada de pó e nós nem as vemos. Mas por vezes basta uma rajada de vento para que tudo volte, e nos consigamos ver a tal coisa, como nova, sem pó. Temos que nos habituar a isso
gostei do blog :)
vou seguir *
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